projetei meu mar de rosas, um mar de sonho,
de devaneidade.
E a esperança, açucena maltratada,
machucada,
mal cabia em mim.
Agora receio que tudo o que possa vir do mundo.
Intolerantes julgamentos,
Acusações levianas.
Existe dentro de tudo isso uma chama viva,
Mas que não me acende como antes.
Terrivelmente pálida, soturna.
Porque não posso mais esquecer o passado
Porque não posso mais prever o futuro.
Lorena A.








































