terça-feira, 11 de agosto de 2009


Até onde se pode ir

Sendo que sempre onde há abismo

Há o profundo?

Sendo sempre o mesmo infinito horizonte

Algo que ascende sem dizer por quê.

E há um por quê?

Por que haver lógica em tudo

Dentre as lacunas irracionais?

Me pergunto se há algum mundo

Se ainda existe algum modo

Algo mútuo e brilhante

Calmo... E passivo...

Sua mente,

Sua estante,

Sua âncora

Vôos rasantes desconexos

Correndo riscos e deixando pegadas.

Clareando a mente pra enxergar o caminho.







Lorena A.

Um comentário:

Diannus do Nemi disse...

Lorena, seus poemas são lindos!

todos tem um sentido pessoal para vc que escreveu, e por isso pode parecer sem sentido para quem lê. nesse sentido, são como os que eu escrevo.

mas gostei!

parabéns

beijo

scraps.


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