segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Mar Egeu

Chuva de prata que entorpece o estômago, a cabeça, a pele e tudo que te causar uma sensação de que nada pode dar errado; que o acaso vai nos proteger. É bem assim quando se define algumas escolhas. Pois ao mesmo tempo em que se obriga a viver pós traumas, superações; o mar de dúvida se abre como no mar Egeu e você se vê com o mundo em suas mãos. Eu não me importaria de sentir uma nausezinha por isso, não. É tanto que senti um novo desejo; um desejo de liberdade física, que pode vir a me servir em alguns momentos recorrentes. Antes e depois do fato. É como se somente o poder contemplar o céu lá de cima, já me abrisse os olhos, sendo simplesmente o profundo meio da dualidade das coisas. E o que seria eu?








Lorena A.

Um comentário:

Sérgio da Silva disse...

Uma sereia perdida entre dois mundos azuis?...

scraps.


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